foto: Ed Ferreira
BRASÍLIA. Mais de mil integrantes de movimentos sociais participam ontem da manifestação, em Brasília, contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. A passeata teve a participação do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), de lideranças do Parque Indígena do Xingu, além de ribeirinhos e indígenas que serão atingidos pela construção da hidrelétrica. de O diretor de cinema norte-americano James Cameron, de "Avatar", subiu no palanque segurando cartaz contra a hidrelétrica.
Com gritos de "água para vida e não para a morte", "água e energia não são mercadorias", o grupo fez panfletagem e hasteou bandeiras do movimento.De acordo com a integrante do MAB, Daiane Huhn, o objetivo do protesto é fazer um alerta sobre os interesses das grandes empresas consumidoras de energia na construção da hidrelétrica.
"Estamos aqui porque somos contra a construção da Usina de Belo Monte. Entendemos que a hidrelétrica veio para acabar com a Amazônia e privatizar a água e a energia no país. Ela vem atender apenas às grandes empresas interessadas na construção e no consumo de energia que será produzida."
O MAB e o Movimento Xingu Vivo para Sempre protocolaram ontem um documento no Ministério de Minas e Energia contra a construção da usina de Belo Monte. O manifesto, assinado por 55 organizações, foi recebido pelo secretário-executivo-adjunto do Ministério Ricardo Monteiro.
O Ministério de Minas e Energia confirmou o leilão no dia 20.
Fundos de pensão participarão
Brasília. Fonte da Presidência da República confirmou ontem a presença dos fundos de pensão nos consórcios que irão disputar o leilão para a construção de Belo Monte. Os fundos seriam distribuídos de forma equilibrada entre os consórcios, porque são importantes para capitalizá-los.
O diretor de Participações da Previ, Joilson Ferreira, confirmou que o fundo não deve entrar diretamente, mas via Vale e Neoenergia, companhias nas quais a fundação detém o controle e que participam do único consórcio que permanece oficialmente na disputa para a construção da usina.
Flash
Contra. A senadora Marina Silva (PV-AC), pré-candidata à presidência da República pelo Partido Verde, também defendeu o adiamento do leilão. Segundo ela, somente assim será possível avaliar todos os fatores envolvidos na construção.
A Procuradora-geral da República pediu ontem, pela segunda vez, ao BNDES que informe qual o volume de recursos que o órgão dispõe para financiar empreendimentos do setor hidrelétrico.
via O Tempo
Com gritos de "água para vida e não para a morte", "água e energia não são mercadorias", o grupo fez panfletagem e hasteou bandeiras do movimento.De acordo com a integrante do MAB, Daiane Huhn, o objetivo do protesto é fazer um alerta sobre os interesses das grandes empresas consumidoras de energia na construção da hidrelétrica.
"Estamos aqui porque somos contra a construção da Usina de Belo Monte. Entendemos que a hidrelétrica veio para acabar com a Amazônia e privatizar a água e a energia no país. Ela vem atender apenas às grandes empresas interessadas na construção e no consumo de energia que será produzida."
O MAB e o Movimento Xingu Vivo para Sempre protocolaram ontem um documento no Ministério de Minas e Energia contra a construção da usina de Belo Monte. O manifesto, assinado por 55 organizações, foi recebido pelo secretário-executivo-adjunto do Ministério Ricardo Monteiro.
O Ministério de Minas e Energia confirmou o leilão no dia 20.
Fundos de pensão participarão
Brasília. Fonte da Presidência da República confirmou ontem a presença dos fundos de pensão nos consórcios que irão disputar o leilão para a construção de Belo Monte. Os fundos seriam distribuídos de forma equilibrada entre os consórcios, porque são importantes para capitalizá-los.
O diretor de Participações da Previ, Joilson Ferreira, confirmou que o fundo não deve entrar diretamente, mas via Vale e Neoenergia, companhias nas quais a fundação detém o controle e que participam do único consórcio que permanece oficialmente na disputa para a construção da usina.
Flash
Contra. A senadora Marina Silva (PV-AC), pré-candidata à presidência da República pelo Partido Verde, também defendeu o adiamento do leilão. Segundo ela, somente assim será possível avaliar todos os fatores envolvidos na construção.
A Procuradora-geral da República pediu ontem, pela segunda vez, ao BNDES que informe qual o volume de recursos que o órgão dispõe para financiar empreendimentos do setor hidrelétrico.
via O Tempo

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